A extensão universitária caminha com comunidades. Reunimos experiências ao lado de povos indígenas, quilombolas, pescadores, ribeirinhos, agricultores, artesãos e movimentos sociais.

Diversidade linguística, cosmologias e territórios ancestrais reconhecidos como patrimônio vivo.
Territórios de resistência que preservam saberes, oralidades e formas próprias de organização social.
Guardiões das águas, portadores de conhecimentos sobre marés, mangues, peixes e ciclos naturais.
Populações que vivem do rio e com o rio, mantendo culturas fluviais e economias de baixo impacto.
Guardiões de sementes crioulas, roçados, feiras e da soberania alimentar dos territórios.
Portadores de ofícios, saberes tradicionais e expressões artísticas reconhecidas como bens imateriais.
Caiçaras, geraizeiros, faxinalenses, fundo-de-pasto e tantos outros povos e culturas do Brasil.
Coletivos e redes que lutam por direitos culturais, territoriais e pela valorização da memória.

A extensão universitária como instrumento de salvaguarda do patrimônio cultural piauiense, fortalecendo a memória, valorizando os saberes tradicionais e aproximando universidade, comunidades e territórios.
Preservar essa história é reconhecer a identidade do nosso povo e contribuir para que as futuras gerações mantenham viva essa importante manifestação da cultura popular.
Nossas ações partem da escuta e do reconhecimento das comunidades como sujeitos de direitos, produtores de conhecimento e guardiões do patrimônio.
Metodologias participativas, consentimento livre, prévio e informado, devolutivas em linguagem acessível e valorização da autoria coletiva são princípios inegociáveis.
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